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O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você

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O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você

Todavia, é evidente que é muito mais fácil manter nossa saúde do que tentar recuperá-la após ter sido perdida. A prevenção de doenças deveria ser a primeira preocupação de todo médico. (…)

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Última atividade: 13 Mar, 2013

Resumo Introdução, livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medic

ina Nutricional pode estar Matando Você”
“Os médicos se concentram em doenças. Estudamos doenças. Procuramos doenças. Somos treinados farmaceuticamente para tratar doenças. E, para isso, conhecemos os medicamentos. Na faculdade de medicina, estudamos farmacologia e aprendemos sobre a maneira como o corpo absorve cada droga, bem como quando e com ele a excreta. (…)
Todavia, é evidente que é muito mais fácil manter nossa saúde do que tentar recuperá-la após ter sido perdida. A prevenção de doenças deveria ser a primeira preocupação de todo médico. (…)
Você sabia que menos de 6% de todos os médicos que se formam recebem algum tratamento formal em nutrição? E ouso afirmar que poucos médicos recebem na faculdade algum treinamento sobre suplementação nutricional. Isso se aplica certamente a meu caso. (…)
Nos primeiros 22 anos de minha prática clínica, eu simplesmente não acreditava em suplementos nutricionais. Durante os últimos 7 anos, contudo, reconsiderei minha posição com base em recentes estudos publicados na literatura médica. O que descobri é tão notável que mudei o rumo de minha prática médica. Eu me converti. (…)
Outra razão por que os médicos não aceitaram a idéia dos suplementos nutricionais como uma boa medicina preventiva é o fato de que a maior parte dos médicos praticantes não compreende devidamente a causa das doenças degenerativas. Os que compreendem sentem que ela é um assunto interessante para o bioquímico e para os pesquisadores científicos, mas que tem pouca utilidade prática na medicina clínica. (…)
Embora a maior parte dos médicos ainda não compreenda bem os conceitos aqui apresentados, os fatos permanecem. (…)
Nesta época de pesquisas bioquímicas, já somos capazes de determinar o que está acontecendo em qualquer parte de qualquer célula, e a própria essência das doenças degenerativas está vindo à luz. Assim sendo, recomendo este livro aos médicos que estejam dispostos a encarar objetivamente evidências médicas. (…)
Deixe-me mostrar-lhe a mesma evidência médica que me fez acreditar que os suplementos vitamínicos podem proteger e melhorar a saúde. (…)
(…) como é a sua vida e sua saúde que se encontram em jogo, incentivo-o a ouvir-me evitando julgamentos. Tudo o que peço é que você seja um cético de mente aberta - o tipo de pesquisador que eu era quando descobri essa forma magnífica de medicina preventiva. Eu precisei ter um pouco de humildade para aceitar que, embora fosse um bom médico, ainda tinha muito a aprender sobre saúde. E então, você está disposto a fazer o mesmo?





Resumo cap 1, livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você”
“Eu já não sabia quanto de frustação ainda seria capaz de tolerar com a saúde declinante de minha esposa. E eu não era apenas mais um marido preocupado: era um médico. (…)
Finalmente, após testes e avaliações, os médicos disgnosticaram o problema de Liz como sendo Fibromialgia. Esta condição médica envolve diversos sintomas - os piores sendo a dor crônica e a fadiga. (…)
Como a fibromialgia não tem cura, tudo o que pude fazer para minimizar os sintomas de Liz foi carregá-la de medicamentos. Eu a fiz tomar amitriptilina à noite para dormir, antiinflamatórios para dor, relaxantes musculares, inaladores para asma e febre do feno, seldane para alergias e até mesmo injeções antialérgicas semanais. Apesar de meus esforços e de toda essa medicação, sua saúde piorava ano após ano. (…)
Quando perguntei quanto tempo levaria para que ela se recuperasse, a resposta foi que de seis a nove meses - ou talvez nunca.
Mais ou menos por essa época, uma amiga da família comentou com Liz que seu marido também tivera pneumonia e sofrera com uma grande fadiga durante a convalescência. Ele tomou certos suplementos nutricionais, e estes o ajudaram a recuperar as forças. Liz e sua amiga sabiam de minha atitude negativa com relação a suplementos nutricionais, então Liz tinha ciência de que precisaria de minha aprovação antes de experimentá-los. Quando me abordou, até eu fiquei surpreso com minha resposta: “Querida, pode tentar o que quiser. Nós, médicos, não estamos lhe fazendo nenhum bem.”
Para ser sincero, eu não sabia quase nada sobre nutrição ou suplementação nutricional. Na faculdade de medicina não tinha recebido quase nenhuma instrução sobre o assunto. E não estava sozinho. Apenas 6% dos médicos formando-se atualmente nos Estados Unidos têm algum treinamento em nutrição. (…)
Em função do respeito que têm pelos médicos, as pessoas presumem que somos especialistas em todos os problemas relacionados à saúde, incluindo nutrição e vitaminas. Antes de minha experiência de conversão a medicina nutricional, meus pacientes perguntavam-me com frequência se eu achava que tomar vitaminas trazia algum benefício à saúde. Eles levavam seus frascos de suplementos ao consultório e me faziam examiná-los. Eu franzia o cenho e, com minha expressão profissional mais astuta, examinava cuidadosamente os rótulos. Devolvendo os frascos, respondia que aquela droga não servia para nada.
Meus motivos eram bons: eu não queria que as pessoas desperdiçassem seu dinheiro. Eu acreditava realmente que aqueles pacientes não precisavam de suplementos e podiam obter todas as vitaminas que precisavam com uma boa dieta. Afinal de contas, é isso o que aprendi na faculdade de medicina. Eu podia até citar algumas pesquisas que apontavam o perigo potencial de certos suplementos. O que não dizia a meus pacientes é que eu não tinha passado um minuto sequer avaliando as centenas de estudos científicos que provavam o valor da suplementação para a saúde.
Mas o que fazer com minha esposa doente? Eu podia bancar o mágico profissional no consultório, mas, em casa, era apenas outro marido desamparado, vendo a esposa fenecer. Eu realmente não tinha escolha, e por isso disse à Liz: “Vá em frente, experimente as vitaminas. O que você tem a perder?”.
No dia seguintes, sua amiga nos trouxe um série de suplementos vitamínicos - carregados em antioxidantes: nutrientes como vitamina E, vitamina C e betacaroteno, que protegiam o corpo contra os efeitos nocivos da oxidação. Liz os engoliu com avidez, e emborcou ainda dois copos de líquidos para a saúde. Para meu espanto, em três dias ela se sentia visivelmente melhor. Fique feliz por ela, mas confudo. Conforme os dias seguintes transcorriam, Liz ganhava mais força e energia, e até mesmo ficava em pé à noitinha. Depois de três semanas ingerindo pílulas e tomando aquelas bebidas de aparência exótica, ela se sentia tão bem que parou com os esteróides e os tratamentos com nebulizador.
Três meses se passaram, todos trazendo melhoras graduais, e Liz não sofreu nenhuma recaída. Ela estava mais forte do que jamais se sentira em anos, e exalava uma renovada perspectiva para a vida. (…)
O que havia ocorrido? Eu estava aturdido. Se não tivesse sido testemunha ocular desta transformação, nunca acreditaria nela. Seria possível que algumas “vitaminas esquisitas” tivessem restaurado a saúde de minha esposa quando todos os medicamentos e toda a perícia médica eram incapazes de ajudar? (…)
Vasculhando uma livraria uma semana depois, vi um livro do Dr.Kenneth Cooper chamado “A Revolução Antioxidante”, 1994. O Dr.Cooper explica um processo chamado “estresse oxidativo”, que segundo ele, é a causa subjacente de doenças degenerativas crônicas - essencialmente um “quem é quem” dos problemas de saúde que flagelam hoje a humanidade. Devorei o livro. (…)
Pesquisas científicas demonstraram, para além de quaisquer dúvidas, que o estresse oxidativo, ou dano celular por radicais livres, é a causa primária de mais de setenta doenças degenerativas crônicas. O mesmo processo que faz o ferro enferrujar ou uma maça cortada ficar marrom é o iniciador subjacente de doenças como a arterial coronariana, o câncer, a apoplexia, a artrite, a esclerose múltipla, o mal Alzheimer e a degeneração macular. (…)
Saber quão livremente o estresse oxidativo prejudica o organismo foi algo que mudou minha perspectiva com relação às doenças degenerativas crônicas. Por exemplo, como o estresse oxidativo pode causar danos até mesmo ao núcleo de DNA das células, ele pode ser o verdadeiro vilão do câncer. (…)
(…) o Dr.Cooper descobriu que alguns atletas que treinavam intensamente acabaram enfrentando sérias moléstias crônicas. Todos mostravam sinais de estresse oxidativo… (…)
Somente no ano passado examinei mais de 1.300 estudos médicos editados por especialistas versando sobre suplementos nutricionais e o modo como estes afetam as doenças degenerativas crônicas. Esses estudos eram ensaios clínicos do tipo duplo-cego, controlados com placebo, o tipo que os médicos adoram. A suprema maioria destes estudos aponta uma melhora significativa de saúde entre pacientes que tomavam nutrientes em níveis otimizados, os quais são significativamente mais altos que o nível dos valores diários de referência.
Quando você conhece o tremendo dano que o estresse oxidativo inflige ao corpo humano durante a vida cotidiana normal, percebe o quão importante é otimizar seu próprio sistema de defesa natural. Sua saúde e sua vida dependem disso. (…)
Concluí, após muito estudo, que usar a suplementação nutricional em pacientes não é uma medicina alternativa, mas uma medicina complementar. Na verdade, isso pode representar o que há de melhor na corrente central da medicina, pois é um verdadeiro método preventivo. Tomar suplementos nutricionais não é erradicar doenças: é promover uma saúde vibrante.
Depois de avaliar os estudos médicos, já não tenho absolutamente dúvida de que aqueles dentre meus meus pacientes que tomam suplementos nutricionais de alta qualidade têm ganhos de saúde superiores aos dos que não tomam. Embora o paciente possa ter um problema de saúde específico, quando recomendo os suplementos não estou tratando necessariamente daquele problema em particular. Estou simplesmente cuidando para que o presente forneça a seu corpo nutrientes nos níveis otimizados - os quais, conforme demonstram estudos baseados em pesquisas médicas , proporcionam benefícios à saúde. Chamei essa abordagem à saúde de nutrição celular, algo que permite ao corpo realizar aquilo que Deus planejou. (…)”

 

 

 

Resumo cap 2, Livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional podeestar Matando Você”

Segue abaixo um trecho retirado do livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você”, capítulo DOIS:

O QUE SEU MEDICO NAO SABE SOBRE MEDICINA“(…) Em 1990 os Estados Unidos ficaram em décimo oitavo lugar em expectativa devida, quando comparado às mesmas vinte e uma nações industrializadas de 40 anosantes. Apesar dos bilhões de dólares que os norte-americanos gastam em serviçosde saúde, somos considerados uma das piores nações industrializadas do mundoquando se trata de expectativa de vida. (…)

Mais de 60 milhões de norte-americanos sofrem de algum tipo de doença cardiovascular (doenças do coração e dos vasossanguineos); mais de 13,6 milhões têm doença arterial coronariana. Embora tenhaocorrido um decréscimo no número de mortes por doenças cardiovasculares nosúltimos 25 anos, esta ainda permanece a causa número um de mortes nos EstadosUnidos. Há mais de 1,5 milhões de ataques cardíacos por ano e aproximadamentemetade deles, ou pouco acima de 700 mil, são fatais. Tristemente, cerca demetade dessas mortes ocorre menos de uma hora após o ataque, muito antes doindivíduo poder chegar ao hospital. (…)

Apesar da imensa quantidade de dinheito despendida em pesquisas e tratamentos para o câncer, este continua sendo asegunda maior causa de mortes nos Estados Unidos. (…)

Acho preocupante a atitude prevalecente entre os pacientes de hoje, que aceitam como inevitável o fato de que desenvolverão umaou várias dessas doenças degenerativas crônicas. Eles vêem a medicina modernacomo sua salvadora, e os medicamentos como sua cura. Tristemente, é só depoisde adoecerem que os pacientes percebem como nossos tratamentos são, na verdade,ineficazes. (…)

A comunidade de serviços à saúde orgulha-se da promoção de tratamentos preventivos. Mas você já pensou um pouco sobre essemétodo? Os médicos, é certo, estimulam os pacientes a fazer exames de rotinapara manterem sua saúde. Mas uma olhada mais atenta nas recomendações dosmédicos nos leva logo à conclusão de que eles estão apenas tentando detectardoenças antecipadamente. Pense nisso. Como observei, os médicos efetuamrotineiramente exames de papanicolau, mamografias, exames de sangue e examesfísicos com o objetivo primário de verificar se já há, em seus pacientes,alguma doença silenciosa. O que foi que se preveniu?

Obviamente, quanto antes essas doenças forem detectadas, melhor será para o paciente. O ponto que quero salientar aqui,contudo, é o pouco tempo e esforço que os médicos ou a comunidade de serviços àsaúde, empenham em realmente instruir os pacientes sobre como esses podemproteger sua saúde. Em outras palavras, os médicos estão ocupados demaistratando de doenças para se preocuparem em instruir seus pacientes sobreestilos de vida saudáveis, que ajudem, antes de tudo, a evitar odesenvolvimento de doenças degenarativas.

Se desejarmos chamar algo de preventivo, então creio que esse algo deva, de fato, prevenir alguma coisa. Afirmo enfaticamenteque a verdadeira medicina preventiva envolve estimular e apoiar os pacientes naadoção de uma abordagem tríplice: comer saudavelmente, praticar um programaconsistente de exercícios e ingerir suplementos nutricionais de alta qualidade.Dar aos pacientes condições para evitar a contração de alguma dessas grandes doençasé a verdadeira prevenção. (…)

Creio que o Dr.Kenneth Cooper seja um dos principais médicos na área da medicina preventiva. Ele cunhou o termo aeróbicae deu início à febre dos exercícios no início dos anos 70.

Hoje, todos assumimos como verdade sagrada a que se teve de medicamente provado há apenas três décadas. Lembro-me de médicosdiscutindo em reuniões na época sobre se era correto incentivar os pacientes afazer exercícios. O Dr.Cooper perseverou e continuou a divulgar os benefíciosque os exercícios podiam trazer à saúde dos pacientes. No final dos anos 70, a maioria dos médicospassou a concordar com ele e a recomendar um programa modesto de exercícios.(…)

Os benefícios mais destacados eram:

  • perda de peso;
  • baixa pressão sanguinea;
  • ossos mais fortes e menor risco de osteoporose;
  • níveis elevados do colesterol “benigno” HDL;
  • níveis reduzidos do colestetol “maligno” LDL;
  • níveis reduzidos de triglicérides (gorduras);
  • aumento da força e da coordenação;
  • maior sensibilidade à insulina;
  • melhora do sistema imunológico; e
  • aumento geral na sensação de bem-estar.

E quanto aos hábitos alimentares? Os médicos sabem também que os pacientes que seguem uma dieta de poucas gorduras, queinclua aos menos sete doses diárias de frutas e vegetais, gozam de maioresbenefícios à saúde. Estes incluem:

  • perda de peso;
  • redução do risco de diabetes;
  • redução do risco de doenças do coração;
  • redução do risco de quase todas as formas de câncer;
  • redução do risco de pressão alta;
  • redução do risco de colesterol elevado;
  • melhoras no sistema imunológico;
  • maior sensibilidade à insulina; e
  • maior energia e capacidade de concentração.

Tendo pesquisado a literatura médica nos últimos 7 anos, acredito firmemente que há benefícios significativos para a saúde naingestão de suplementos nutricionais de alta qualidade, mesmo que você goze deexcelente saúde. Para dizer de forma simples, os benefícios à saúde dossuplementos nutricionais são:

  • um sistema imunológico fortalecido;
  • um sistema de defesa antioxidante fortalecido;
  • redução do risco de doença arterial coronariana;
  • redução do risco de AVCs;
  • redução do risco de câncer;
  • redução do risco de artrite, degeneração macular e catarata;
  • possibilidades de redução do risco do mal Alzheimer, mal de Parkinson, da asma, da doença pulmonarobstrutiva e de outras doenças degenerativas crônicas; e
  • possibilidades de melhorar e muito o curso clínico de diversas doenças degenerativas crônicas.

Pacientes que iniciarem um programa consistente de exercícios, com uma dieta saudável, e tomarem suplementos podem mesmomelhorar de pressão alta, do diabetes e do colesterol elevado a ponto dedispensarem a ingestão de certos medicamentos? A literatura médica certamentesustenta esta possibilidade. (…)

Na verdade, porém, a maioria dos médicos, em seus consultórios, só fala de mudanças no estilo de vida da boca para fora, nomomento mesmo em que estão preenchendo receitas. Perceba que os médicoscostumam pressupor que a maioria dos pacientes jamais mudará seu estilo de vidae que a única salvação realista são as drogas que podem receitar. (…)

Todos conhecem os benefícios à saúde de um bom programa de exercícios e de uma dieta saudável. Poucos, contudo (eespecialmente os médicos), têm algum conhecimento dos benefícios à saúdetrazidos pela ingestão de suplementos nutricionais de alta qualidade. Já disseque fui um desses médicos desinformados. Mas incontáveis estudos provam que atríade de uma dieta saudável, de um bom programa de exercícios e de suplementosnutricionais de alta qualidade é a melhor maneira de proteger sua saúde. Étambém a melhor maneira de tentar recuperar sua saúde após tê-la perdido. (…)

Você está disposto a fazer mudanças necessárias em sua vida para assegurar sua saúde? Acredito que uma vida física plena eabundante não tenha de começar a declinar após os 40 anos. Acredito que cadaano de sua vida pode ser o melhor de todos. É hora de parar de viver pouco emorrer muito!”

 

Resumo Cap 3, Livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você”

Segue abaixo um trecho retirado do livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você”, capítulo TRÊS:

 “Recoste-se, feche os olhos por um momento e concentre-se em sua respiração. Relaxe os ombros e aspire tão profundamente quanto possível, liberando em seguida, lentamente, o ar de seus pulmões. (…)

Acabamos de imaginar juntos o lado “límpido” do oxigênio e da vida que ele traz (como o calor do fogo), mas não podemos negar o resto da história. Essa é a parte sobre a qual muitos de nós nunca ouviram falar: os danos que radicais livres desordenados causam, conhecidos também como estresse oxidativo.

Esse estresse oxidativo é a causa subjacente de quase todas as doenças degenerativas crônicas. Embora isso tudo ocorra internamente, é muito mais fácil observar o estresse oxidativo que se dá na superfície externa do corpo, a pele. Você já viu um retrato de família que reunisse várias gerações? Se olhar de perto a pele dos fotografados, verá a significativa diferença entre a pele do membro mais jovem e a do membro mais velho da família. O efeito que você vê se deve ao estresse oxidativo da pele. A mesma decadência ocorre no interior de nossos corpos. (…)

Se esses radicais livres não forem neutralizados por um antioxidante, poderão criar outros radicais livres ainda mais voláteis ou causar danos à membrana celular, à parede dos vasos sanguineos, às proteínas, às gorduras ou mesmo ao núcleo de DNA das células. A literatura científica e médica chama esses danos de estresse oxidativo. (…)

Um antioxidante é qualquer substância que possa liberar um elétron para um radical livre e compensar o elétron desemparelhado, o que neutraliza esse radical livre. Mesmo nosso corpo tem a capacidade de criar antioxidantes próprios. Na verdade, o corpo gera três grandes sistemas defensivos antioxidantes: o superóxido dismutase, a catalase e a glutationa peroxidase. Não é importante que você memorize esse nomes, mas é importante que perceba que possuímos um sistema natural de defesa antioxidante.

Nosso corpo, contudo, não produz todos os antioxidantes de que necessitamos. O restante deve provir da alimentação ou, como você verá, dos suplementos nutricionais. Desde que antioxidantes disponíveis em quantidades compatíveis com o número de radicais livres produzidos, nenhum dano é infligido a nosso corpo. (…)

É importante compreender que os antioxidantes funcionam em sinergia uns com os outros para desarmar radicais livres em áreas distintas do corpo. (…) Alguns chegam a ter a capacidade de regenerar outros antioxidantes, podendo neutralizar um número maior de radicais livres. (…)

Quanto mais antioxidantes, melhor! Nossa meta é ter antioxidantes em número mais do que suficiente para neutralizar os radicais livres que produzimos. (…)

Eles precisam de quantidades suficientes de minerais antioxidantes como cobre, zinco, o manganês e o selênio, que ajudam em suas reações químicas e lhes permitem realizar seu trabalho com eficiência. Se não houver minerais suficientes disponíveis, o estresse oxidativo poderá ocorrer. (…)

O QUE GERA RADICAIS LIVRES

Exercícios Excessivos

Quando nos exercitamos suavemente ou com moderação, o número de radicais livres que você e eu produzimos eleva-se somente um pouco. Em contraste, quando nos exercitamos demais, a quantidade de radicais livres que produzimos vai às alturas, aumentando exponencialmente. (…)

“A Revolução Antioxidante” (Dr.Kenneth Cooper), encerra-se alertando seus leitores de que exercícios excessivos podem, na verdade, ser nocivos à saúde, especialmente se os praticamos por anos a fio. O Dr.Cooper recomenda a todos um programa moderado de exercícios, mas também sugere que todos tomem antioxidantes na forma de suplementação. Somente atletas sérios devem fazer exercícios desgastantes, e precisam equilibrá-los com quantidades significativas de suplementos antioxidantes.

Estresse Excessivo

O estresse emocional severo, contudo, faz com que o número de radicais livres suba significativamente, provocando o estresse oxidativo. Já notou que você costuma adoecer quando se encontra sobre grande pressão? (…)

Quando você compreender a gravidade do estresse oxidativo, começará a entender os perigosos efeitos que tem o estresse emocional prolongado em sua saúde, e poderá começar a combatê-lo.

Poluição do Ar

O ambiente tem uma influência tremenda na quantidade de radicais livres que nosso corpo produz. A poluição do ar é uma das principais causas do estresse oxidativo em nossos pulmões e em nosso corpo. (…)

Os efeitos da poluição do ar sobre a saúde tem suscitado considerável preocupação. A poluição do ar contém ozônio, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre e diversas moléculas hidrocarbonadas, todas as quais geram uma quantidade significativa de radicais livres. (…)

Tabagismo

Pode-se pressumir que os nevoeiros de poluição e as substâncias químicas sejam a maior ameaça cotidiana a nossa saúde. Mas você acreditaria que a maior causa do estresse oxidativo em nossos corpos é a fumaça de cigarros e charutos? É verdade. (…)

Todos sabemos das consequências do fumo para a saúde, mas é fascinante saber que o problema básico é a quantidade de estresse oxidativo que o fumo produz em nosso corpo. (…)

Nenhum outro hábito ou vício afeta mais dramaticamente nossa saúde geral do que o fumo. (…)

Acredito que o custo absurdo e de longo alcance imposto a nossa saúde pelo tabagismo seja muito superior ao que podemos estimar. (…)

Poluição da Comida e da Água

(…) Desde a Segunda Guerra Mundial, mais de 60mil novas substâncias químicas foram introduzidas em nosso meio ambiente. Não menos que mil substâncias novas chegam ao meio ambiente todos os anos. Herbicidas, pesticidas e fungicidas são usados na produção de maior parte de nossos alimentos. A pesquisa médica demonstrou que todas essas substâncias químicas geram aumento do estresse oxidativo ao serem consumidas. Algumas são mais perigosas do que outras, mas todas apresentam riscos potenciais à saúde. Essas substâncias permitiram que nossa mercado de alimentos produzisse o mais abundante suprimento de comida jamais visto. Mas qual o custo disso para nossa saúde?

Luz Ultravioleta

(…) Diversos estudos demonstraram que a luz ultravioleta produz um aumento dos radicais livres na pele das pessoas. Já está comprovado que esses, por sua vez, têm a capacidade de danificar o DNA das células da pele, o que provoca o câncer de pele. Esses estudos proporcionam a melhor evidência direta de que o estresse oxidativo leva ao desenvolvimento de câncer. (…)

Finalmente estamos vendo no mercado protetores solares que oferecem abrigo contra raios tanto UVA como UVB. Evidentemente, é esse o tipo de protetor que você deve comprar para se proteger, e a seus filhos, tanto de queimaduras do sol como do câncer de pele. (…)

Medicamentos e Radiação

Todo medicamento que prescrevo causa um aumento de estresse oxidativo no corpo. Drogas quimioterapêuticas e radioterapias funcionam sobretudo causando danos por estresse oxidativo às células cancerosas, o que as mata. É essa a principal razão por que os pacientes acham esses tratamentos tão difíceis de tolerar. O aumento do estresse oxidativo também causa danos colaterais às células normais. (…)

Embora todas as drogas tenham sido testadas para comprovar-se que oferecem algum benefício, todas contém um risco inerente. Reações adversas e graves às drogas são a quarta causa de morte nos Estados Unidos. É verdade: medicamentos devidamente receitados e administrados são responsáveis por mais de 100 mil mortes e 2 milhões de internações todos os anos nos Estados Unidos. Grande parte do risco inerente aos medicamentos se deve ao estresse oxidativo que eles podem causar.”

 

 

 

 

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Comentário de Macson Pontes em 2 fevereiro 2012 às 0:42

Olá Amigos, Organize as suas Redes Socias e aproveite para me adicionar: www.meadiciona.com/macsonpontes

Comentário de Rafael Alves em 24 novembro 2010 às 16:56
Olá luiz gostaria de saber como tenho acesso a este livro pois me afiliei agora a pouco e estou me familiarizando agora com o sistema!
Comentário de Marta Constantino em 29 dezembro 2009 às 19:23
Pessoal eu gostaria que alguem me respondesse: Onde ou qual produto eu encontro a enzima Q10 que fala no livro do Dr Ray Strand? me respondam por favor marta.constantino@hotmail.com
Obrigada.
Comentário de Francisco Henrique Lammerhirt em 7 dezembro 2009 às 17:39
Sou médico e partilho integralmente das opiniões expostas. A medicina convencional é voltada para a doença e "vive" da doença. Os médicos, em geral, não se dão conta de como são manipulados desde a faculdade. Após longos anos de experiência é que alguns percebem que promover a saúde é o caminho do bem. Um médico incrível na década de 30 no século passado, Dr Edward Bach - é esse mesmo dos florais, já afirmava a necessidade de permitir que o indivíduo curasse a si mesmo! E mais anterior - muito mesmo - Hipócrates já afirmava que o alimento fosse o próprio remédio. Mas o mundo girou, gerações e gerações de médicos fazem o Juramento de Hipócrates e desculpem o trocadilho, seguem uma postura hipócrita, sem questionar as bases reais das doenças.
Comentário de RAIMUNDO N SANTOS em 2 outubro 2009 às 21:24
Ótimo, adorei o artigo. Pura verdade.
Comentário de Linaldo Tomé de Araújo em 20 julho 2009 às 1:07
Claro que não estou aqui para fazer apologia aos produtos com que trabalho.
Mas, ao adquirir e devorar àvidamente o livro " O que o seu médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar matando você", sentí que estamos verdadeiramente num divisor de águas entre o antes e o depois de adquirir tantos conhecimentos sobre o que representam os componentes nutricionais
para a saúde de nosso corpo.
Nota dez para o autor. Vale a pena o investimento.
Comentário de Brígido Silva em 14 maio 2009 às 10:48
Caro Luis Christovam Correa, não entendi muito bem as suas questões relacionadas ao meu artigo.
Se esperava que eu promovesse a empresa e os produtos que represento...não o poderia fazer sem ferir a ética desta comunidade - que não pretendo!
Como sabe não devemos tecer comentários directos acerca da nossa oportunidade por respeito a todos os intervenientes deste espaço, que têm oportunidades diferentes e tão boas como a minha.
No entanto se estiver interessado em saber sobre ela e suas soluções, encontrará no final do artigo um link que o poderá direccionar até lá.
Sem mais, despeço-me com um grande abraço e votos de sucesso naquilo em que está envolvido
Comentário de Luis Christovam Correa em 14 maio 2009 às 4:05
Ao autor deste artigo: Porque não compartilhar na comunidade o que esta ou esteve à fazer tamanho resultado. Que produtos serão esses? O que, efetivamente eles trataram? Quem os produz e distribui? Penso que muitos mais poderiam compartilhar de seus beneficios.
Grato!
Luis Correa
Comentário de Brígido Silva em 13 maio 2009 às 22:23
Cara Laura Rosa Telles de Souza, obrigado pelo comentário. Mas estás certa sim. Pois com certeza no meio da amazónia ou mesmo no Polo norte, esta gripe nunca vai chegar. Porquê? Porque os vírus são como os políticos. Dedicam-se mais as populações numerosas pois é aí que há mais votos.
Que me desculpem algum companheiro/a de MMN que também seja político. Mas tenho a certeza que se algum/a está lendo esta observação com certeza estará com um leve sorriso abanando com a cabeça afirmativamente.
Até breve
Brígido Silva
Comentário de Laura Rosa Telles de Souza em 13 maio 2009 às 14:21
Olá, Brígido! Tudo Bem? Pode ser ridícula a minha opinião, mas, tenho visto que os lugares onde mais se expande esta gripe, são os lugares e países onde há um fluxo mais contínuo de pessoas indo e vindo de outros países. Se for muito fora de propósito... diga-me depois... Até Breve: Laura.
 

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